12 de janeiro de 2007

Walk The Line


Walk The Line --- 7/10

Também nomeado para os Oscars (Melhor Actor Principal, Melhor Actriz Principal, Melhor Guarda Roupa, Ediçao, Mistura de Som ), conta-nos a história da vida de Johnny Cash que cantava musicas empoladas e corajosas de dor e sobrevivência, que falavam da vida real, como ninguém tinha ouvido antes. O dia em que ele entra para os Sun Studios, em Memphis (que mais tarde viriam a ser muito famosos) foi o início da sua electrizante carreira como pioneiro de um som ferozmente original, que abriu caminho para as imortais estrelas do rock, country, punk, folk e rap, companheiros dos seus "tours" selvagens: Elvis Presley, Carl Perkins, Roy Orbison, Jerry Lee Lewis e Waylon Jennings. O filme à primeira vista pode parecer como muitos outros que querem mostrar o que realmente houve de bom na América e que depois fazem com que pareçam todos uns coitadinhos, mas na verdade (e pelo pouco que eu sei da vida deste senhor) pareceu-me que o filme todo conseguiu resistir à mesma etiqueta que se poem a todos os outros filmes deste género! Mesmo o meu "ódio" pelo actor Joaquin Phoenix continuar a insistir em permanecer eu tenho de admitir que ele esteve muito bem neste filme, mas melhor ainda esteve a actriz Reese Witherspoon que se levar o Oscar para casa de Melhor actriz nao será nada mal entregue, visto que para mim as melhores partes do filme foram quando haviam as musicas e principalmente quando Joaquin e Reese contracenavam no filme, e parece que os 6 meses que eles andaram a treinar juntos para cantarem resultaram perfeitamente para que houvesse uma grande quimica entre ambos. De resto, penso que o que se possa dizer é que eles até nao cantaram nada mal, principalmente ela que foi uma grande surpresa. Falar mais do filme era contar a vida de Johnny Cash e para isso temos o filme, que deve (minimamente) tentar contar com grande veracidade a vida do cantor. Para dizer a verdade, o filme foi uma bela surpresa que aconselho nao só a amantes da música de Johnny Cash como também aqueles que querem ver um bom filme.

11 de janeiro de 2007

V For Vendetta


V for Vendetta --- 9/10

Por mais coisas que possa dizer e que queira dizer para poder exprimir o quanto gostei e venerei este filme não vao ser bastantes. Por mais estranho que pareça, um filme que era capaz de ser bom mas somente até certo ponto em que iria surgir alguma falha mais relevante torna-se num filme que é capaz de deixar qualquer um estupefacto com a estupenda e magnificamente história bem contada deste filme, que à primeira vista é banal, mas que da maneira como é empregue consegue tocar em todos os problemas que esta reles humanidade ainda possui. Mas primeiro, vejamos a tal história:

Na paisagem futurista de uma Inglaterra totalitária, V de Vingança conta a história de uma pacata jovem chamada Evey (NATALIE PORTMAN), que é resgatada de uma situação de vida e morte por um homem mascarado, conhecido apenas como “V”. Incomparavelmente carismático e extremamente abilidoso na arte do combate e destruição, V inicia uma revolução quando convoca seus compatriotas a erguerem-se contra a tirania e opressão. Enquanto Evey descobre a verdade sobre o misterioso passado de V, ela também descobre a verdade sobre si mesma – e emerge como uma improvável aliada na culminação do plano de V, para trazer liberdade e justiça de volta à sociedade repleta de crueldade e corrupção.


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Agora voltando ao filme, sem dúvida que somente pela misteriosa personagem que porta uma máscara uma pessoa fica minimamente tentada a querer descobrir todos os seus segredos e a querer saber o objectivo da mesma. Também, essa foi a máscara que tornou o papel de Hugo Weaving num verdadeiro desafio às suas capacidades de actor, e se por acaso havia alguma duvida de que ele não conseguiria pegar no papel como devido, essa duvida é totalmente apagada pela estonteante representaçao que ele faz! Sem a sua expressao (nem mais nenhuma) para poder transmitir ao espectador o que lhe vai na alma teve que recorrer à fala e a gestualidade para que conseguisse transmitir a mensagem correcta, e trabalho esse que foi feito de forma arrebatadora! É espantoso o que ele fez no filme... Em relaçao à Natalie Portman, ela também conseguiu fazer o seu trabalho impecavelmente, e o que ela passou para por-se na pele da personagem foi igualmente bem conseguido, contudo, Hugo Weaving consegue deixar a sua marca por mais tempo no espectador.

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O argumento neste filme também é um dos aspectos que mais se destacam neste filme. Os irmaos Larry e Andy Wachowski fizeram um optimo trabalho nesta adaptaçao da BD para o cinema! Dava gosto ler diálogos tão bem feitos (ou mesmo o monólogo inicial do nosso amigo V que conseguiu 'disparar' uma frase repleta de V's e mais V's e que todos eles se encaixavam na perfeiçao e que caracterizam, a si e ao seu objectivo, de maneira perfeita).
Esperar uns meses por este filme e no fim sair de lá ainda com as expectativas completamente preenchidas e ainda com bónus é daquelas obras que cada vez menos se vêem no cinema e que quando surgem são como uma lufada de ar fresco, o que acaba por prejudicar os filmes que se seguem pois ficam sempre ainda tapados pelo sucesso do seu antecessor.

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Para acabar, um excelente filme, em que cada centimo pago pelo bilhete será muitissimo bem gasto, não só pelo grande trabalho de representaçao ou pela história mas também pelos momentos unicos que o filme é capaz de proporcionar em duas horas! Aconselho!

10 de janeiro de 2007

Ice Age 2

Ice Age 2 --- 7/10

Já tinham passado 4 anos desde o primeiro "Ice Age" e já na altura o filme mostrou que tinha muito para dar, e além disso, conseguiu criar uma personagem que hoje é falada por muitos! Quem será perguntam voces: claro que falo do nosso amigo esquilo (Scrat) paranóico em arranjar o maior numero possivel de bolotas. Se no primeiro filme ele apareceu uma ou duas vezes, neste podemos deliciar-nos com as suas aventuras muito mais vezes e sem dúvida que essa são as partes mais divertidas do filme, e no fim de tudo ele ainda nos surpreende com uma particulariedade.

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Mas, esta pausa de 4 anos não serviu apenas para descanso, muito pelo contrário, desta vez todos os nossos antigos amigos voltam, Manny o mamute, Sid a preguiça, Diego o tigre dentes de sabre, mas desta vez também traz uns amigos, Ellie uma mamute interpretada por Queen Latifah, Eddie e Crash duas gambás interpretadas por Josh Peck e Sean William Scott respectivamente. Estes dois ultimos também protagonistas das cenas mais cómicas e que estão sempre a meter-se com todos!

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Em relação à história também está muito bem conseguida: temos os problemas do Manny por pensar que é o ultimo mamute ao cimo da terra, os problemas do Diego em relaçao à agua continuam, o Sid continua a ser considerado um falhado, mas agora, estes 3 amigos vão ter de se juntar a outros 3 também com os seus problemas (alguns com problemas existenciais) para poderem sobreviver ao aquecimento global (problema esse bem real). Mas como já disse, o esquilo Scrat foi o que mais interesse despertava ao público, e isso deu para ver numa sala esgotada em que todas as pessoas riam ou fazia barulhos tipo "aawwwhhhhh", "oooohhhhhh" cada vez que o nosso pequeno amigo fazia alguma das suas.

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Atrás já tinha falado do descanso de 4 anos que não só foi para descansar mas sim também para tornar todo o mundo de "Ice Age" muito mais realista. Se no primeiro filme tinhams um filme com uma imagem mais "cartoonesca" desta vez esse aspecto mantem-se mas consegue ser visualmente mais deslumbrante, que o diga a cauda do Scrat que desta vez está mais farfalhuda e também que o digam os pelos de todos os outros animais. Um desafio neste filme foi sem dúvida a água que abunda no filme, e diga-se que está muito bem feita e por vezes consegue atingir um realismo impressionante, ou seja, nestes 4 anos os avanços técnicos foram mais que muitos!

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Ainda antes de concluir esta minha critica, tenho de dar os parabéns às vozes dos actores que continuaram muito boas tal como no filme anterior e as novas escolhas para as novas personagens também foram muito boas. Agora sim, para concluir, resta dizer que este filme é um bom filme não só para crianças mas como também para adultos, aliás, a sala era maioritariamente ocupada por adultos e crianças eram raras. Aconselho!

9 de janeiro de 2007

Scary Movie 4

Scary Movie 4 --- 3/10

Eu por norma não gosto de dar notas tão baixas a filmes porque no minimo eles conseguem divertir-nos por um pouco, mas se há coisa que eu ainda nao gosto mais sao maus filmes!
Se o 1º filme teve piada por ser a novidade e até conseguir gozar bem com pontos altos de filmes de terror os restantes filmes que se seguiram já não o conseguiram. Depois do 1º ter sido engraçado o 2º começa logo a pecar com falhas enormes, depois segue-se o 3º sem ponta por onde se pegar mas mesmo assim melhor que o 2º e este 4º capitulo simplesmente mantem o nivel do 3º, que mesmo assim não é bom. Sei que sou capaz de ser esfolado vivo por estar a falar tão mal deste filme (coisa que já tinha feito anteriormente milhoes de vezes) mas a verdade é que não passa de um filme sem sentido nenhum que nao faz mais do que esboçar numa pessoa um sorriso.

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Mas falando mesmo deste 4º filme: os actores enfim...já se sabe o que são, acredtio que a actriz Anna Faris seja capaz de fazer outros papéis, é que os filmes que ela ate hoje já fez não mudaram muito a ideia das capacidades de representaçao que temos dela. De resto, nao me parece que depois de entrarem nestes filmes os restantes envolvidos sejam capazes de arranjar papeis que realmente vao valer a pena.

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A história do filme, bem qual história ? é que as vezes podiam aproveitar bem melhor o que têm nas mãos. Chegou a uma altura do filme em que eu fiquei a pensar "mas como é que esta cena insere-se aqui?" porque por vezes eles punham certas cenas que estavam a gozar com certos filmes mas que na sequencia da história deste Scary Movie não encaixava minimamente e uma pessoa ficava meio à nora!

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Eu pessoalmente gosto de humor com pés e cabeça (ou seja, humor inteligente), não gosto de cenas estúpidas que uma pessoa é obrigado a rir de tanta estupidez junta em tão curto espaço de tempo.
Resumindo e concluindo, se querem um filme em que não pensem e que nao faça sentido nenhum e que quando saiam da sala já nem se lembrem sequer de ter estado na mesma, este é o vosso filme. Pelo contrário, se têm "amor" pelos vossos 5 euros e não querem perder tempo a ver futilidades, então fujam enquanto podem, porque mais tarde ou mais cedo ele vai-vos apanhar, nem que seja na SIC às tantas da noite.

8 de janeiro de 2007

Ultraviolet


Ultraviolet --- 5/10

Existe muita coisa neste filme que resultou e outras tantas que não resultaram, mas no geral, este filme enche o proposito para que foi feito, divertimento! Já na altura em que apareceu o logotipo da Screen Gems que comecei a gostar duma coisa, a banda sonora! Digam o que disserem de mal do filme, a banda sonora está simplesmente muito boa. E se vão ver um filme, já com a ideia pré-feita de que o filme é mesmo mau, então mais vale estarem quietos!

Outra coisa que também estava bem conseguida no filme era o aspecto visual do mesmo. Com um baixo orçamento conseguir usar o mesmo equipamento de filmagem que foi usado para filmar o Star Wars: Revenge of Sith e ainda depois disso obter um visual estimulante, é um grande desafio e um grande feito!
As cenas de luta também estão muito bem coreografadas. Por vezes existem certas falhas, cenas que poderiam ser desnecessárias, mas nada que afecte o filme nesse aspecto. Nas partes das lutas poderemos encontrar referencias aos mais inumeros filmes, mas isso é em todos os filmes que aparecem! A diferença entre eles reside na aptidão que têm para as conseguir fazer com melhor ou pior qualidade. No Ultraviolet, não estão boas nem estão más! Claro que quando comparadas com filmes como Kill Bill ou Equillibrium, este filme podia ter feito muito mais, mas se formos bem a ver, há por ai filmes que fazem as coisas de maneira pior e ninguém se queixa.

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Completamente estonteante, esteve, sem dúvida, Milla Jovovich. Seja em que filme for, esta actriz consegue-me captar toda a atenção e neste filme, chegou ao ponto de me conseguir fazer acelerar o meu ritmo cardiaco em alturas que o da sua personagem também o tinha acelerado. Como é obvio nao vou dizer que alturas foram essas, porque devem ser as melhores partes do filme, mas que conseguiu tocar-me, lá isso conseguiu. A relação entre ela e Cameron Bright também está muito credivel, nada de espetacular, mas conseguiu ser o suficiente. Dou aqui só um destaque ao actor Nick Chinlund que não teve um desempenho nada agradável, de certeza que conseguia fazer melhor, mas vamos pensar que ele foi afectado por não lhe entrar oxigenio suficiente pelas narinas. Para resumir, o filme não está tão mau quanto o pintam e até se vê muito bem.

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E já agora, o truque para ver qualquer filme que seja é simplesmente libertar a mente, deixar-mos o filme dar o que tem a dar ao espectador. Só assim, podemos tirar o melhor que ele nos tem a oferecer e mais tarde, quando pensarmos no filme, talvez encontrarmos os seus pontos fracos, mas se começamos durante o filme a pensar nisso, pronto, nem que seja filme nomeado para Oscars irá para nós ser o pior tempo passado no cinema! É que já não é a primeira vez que filmes deste género em que tem uma grande parte de imaginário obtêm uma classificação muito baixa somente porque as pessoas não sabem aproveitar o que têm à frente.

7 de janeiro de 2007

Stay


Stay --- 8/10

Posso dizer com todas as certezas que este é um dos filmes mais "contorcidos" que já vi. É capaz de nos deixar completamente desnorteados sempre a pensarmos no que se estará a passar, e à medida que chega o grande momento da verdade, começamos a ficar cada vez mais ansiosos por saber o desfecho da estrondosa história que temos em "mãos" e acaba com um final completamente brilhante!

Agora falando em vários aspectos do filme, a realização é logo o que mais se destaca! Cada momento é filmado e editado de forma soberba e tudo se encaixa como um só! Para quem tenha visto (ou vá ver este filme) e que também já tenha visto o Finding Neverland (do mesmo realizador) vai-se aperceber que realmente trata-se do mesmo e que ele tem uma maneira muito peculiar de realizar.

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Os actores, Ewan McGregor, Ryan Gosling e Naomi Watts estiverem completamente espectaculares nos seus papeis! Bob Hoskins também esteve perfeito para o papel, o seu momento alto com Ryan estava muito bom. Mas claro que o grande destaque vai mesmo para Ewan Mcgregor e Ryan Gosling, uma dupla completamente explosiva!

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Agora, o que mais neste filme tem grande valor é mesmo a história. São daquelas histórias que raramente se encontram nos filmes, ou então se elas se encontram lá nunca sao aproveitadas como devem ser, mas neste filme, cada frase, cada palavra, tem o seu significado que no fim tudo é encaixado na perfeiçao! Eu não sei que se possa dizer mais sobre este filme sem cair no risco de contar alguma parte do filme o que depois acabava por estragar a surpresa. Só digo uma coisa, o choque final do filme é surpreendente! Aconselho todos a verem este filme!

6 de janeiro de 2007

The Producers


The Producers --- 7/10

Mais uma vez Mel Brooks volta a satirizar todos os podres de uma sociedade de uma certa época e nada escapa à sua onda de humor! Isto sem dúvida que é o melhor que está no filme, o seu argumento, aliás, sendo a peça um sucesso não é de admirar que ele a trouxesse para o cinema visto também ter sido ele a escreve-la para o teatro. Já há algum tempo que não surgia um musical, e quando surge e com esta qualidade, é muito bom! Houve momentos de puro riso por realmente ter piada e não por serem cenas ridiculas (finalmente uma comédia inteligente depois de Scary Movie 4).

Em relaçao aos actores, dupla Nathan Lane e Matthew Broderick está estupenda, havendo muita química entre os actores e mesmo a grande Uma Thurman consegue brilhar no meio destes dois actores. E outro aspecto a ter em conta é que os actores cantam mesmo com as suas vozes, o que é muito bom nos dias de hoje em que um actor nao se pode limitar somente a representar, claro que os duplos existem para tapar certas "falhas" nos actores, mas de certeza que se nao forem necessários será muito melhor tanto para o actor que encarna muito melhor a personagem e para o realizador que nao tem de recorrer a sucessivos cortes e mais cortes e mais edições para que não se note que quem está à frente da camera não é mesmo o actor.
As músicas não podiam ser melhores...eu dei por mim a abanar-me enquanto as músicas estavam a dar e todas as sequencias estão muito bem conseguidas, cheias de brilho e cor!

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A história não podia também estar melhor, um produtor de teatro ve-se cada vez mais deprimido com a sua falta de sucesso, mas quando o seu contablista sem querer menciona uma soluçao para todos os seus problemas, ambos juntam-se para produzirem o maior fiasco de todos os tempos, pois chegaram à conclusão que ganham mais dinheiro produzindo um fiasco do que com um sucesso. Então até conseguirem produzirem a peça terão de precorrer um longo caminho: encontrar a pior história jamais escrita, o pior guarda roupa jamais feito, os piores actores ao cimo da Terra, enfim, tudo do pior para que nada corra bem nesta peça! E é exactamente neste percurso que nos vão ser dadas as grandes cenas de comédia que o filme tem para oferecer.

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No geral, sem dúvida que The Producers é um bom filme, mas vendo as notas que andam a dar ao filme penso que sejam um pouco exageradas, talvez porque já todos os espectadores/criticos estavam desejosos de uma boa comédia e quando surge uma é muito sobrevalorizada, mas com isto nao quero dizer que nao seja bom, muito pelo contrário, mas aonde quero chegar é que existem muitos exageros por ai. Mas vejam este filme que está muito bom e vai ser de certeza dinheiro bem gasto.